Perguntas frequentes

O que é o Banco Alimentar Contra a Fome?

O Banco Alimentar Contra a Fome é uma resposta necessária mas provisória porque "toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente que lhe assegure e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda aos serviços sociais necessários" (Excerto do artigo 25º da Declaração Universal dos Direitos do Homem).

Os Bancos Alimentares são Instituições Particulares de Solidariedade Social que lutam contra o desperdício de produtos alimentares, encaminhando-os para distribuição gratuita às pessoas carenciadas.

São organizações de pessoas de boa vontade que, juntando os seus esforços de uma forma voluntária, pretendem minorar o problema da fome numa determinda região.

Qual o objectivo principal do Banco Alimentar?

O objectivo principal do Banco Alimentar, é a luta contra o desperdício. Numa economia de mercado que gera excedentes alimentares em perfeitas condições de consumo, mas que por razões diversas não são comercializáveis, a postura de gratuidade dos Bancos Alimentares chega a ser provocatória.

Como aceitar a destruição de alimentos quando na mesma sociedade onde eles são produzidos, milhares de pessoas se encontram sub-alimentadas?

Os produtos alimentares não comercializáveis são, na sua grande maioria, destruídos, facto que é moralmente inaceitável. Para além disso, existem custos importantes de destruição e de de retirada do mercado. Para os agricultores como para os industriais ou para os distribuidores, a finalidade da sua acção económica, é conseguir colocar os produtos, na mesa do consumidor. Esse objectivo falha quando o circuito é interrompido, antes de ter sido concretizado. O papel do Banco Alimentar é pois, o de fazer chegar esses produtos, que se destinam à alimentação, a pessoas que se encontram total ou parcialmente, afastadas do acesso ao consumo, por falta de recursos financeiros.

Para que serve a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome? 

A Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, coordena a acção dos Bancos associados, representa-os junto dos poderes públicos, das empresas de âmbito nacional e de organizações internacionais, anima a rede disponibilizando informação e meios materiais e efectua, a nível nacional, a repartição de algumas dádivas, criando uma vasta cadeia de solidariedade. 

Como criar um Banco Alimentar?

Em primeiro lugar, é necessário contactar a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome. Esta dará todo o apoio necessário à eventual celebração de um contrato de utilização de marca e sinais distintivos "Banco Alimentar contra a Fome".

O Bancos Alimentares são sempre dirigidos por um grupo de Voluntários - a Direcção - que é escolhida pela Assembleia Geral da Associação, opera por períodos de 3 anos e submete as contas, ao exame de um Conselho Fiscal.

Para operar, um Banco deve  necessáriamente ser associado da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome que, por sua vez, é associada da Federação Europeia dos Bancos Alimentares, com sede em Paris.

Como suportam os Bancos Alimentares as despesas de funcionamento corrente?

As despesas de funcionamento inevitáveis, são suportadas por:

  • dádivas de materiais e equipamento;
  • assunção das despesas de exploração por terceiros;
  • donativos e subsídios;
  • quotas de associados.
     

Porquê viver apenas de contribuições gratuitas se não dispomos de todos os produtos alimentares ?

Enveredar pela compra de produtos alimentares, mesmo que a preços muito baixos, provocaria dois inconvenientes principais:

  1. A utilização de uma dupla linguagem junto dos industriais e dos dadores que, sabendo que o Banco Alimentar dispõe de recursos, seriam incentivados a vender, em vez de dar.
  2. Esta abordagem não origina nenhum valor social acrescentado. E poderia enveredar-se, pela procura de fundos em vez, da luta contra o desperdício para satisfazer as necessidades.

Está prevista a participação das instituições ?

As instituições podem contribuir para o Banco Alimentar, mas a sua participação não deve ser financeira; deve revestir outras formas como a participação de pessoas na vida diária do Banco, a cedência de viaturas para as campanhas, etc.

É importante que cada instituição tenha consciência daquilo que recebe do Banco Alimentar, em quantidade e em valor, para que possa avaliar a importância do serviço de que beneficia e para que tenha, simultâneamente, uma ideia do seu custo.

Em alguns países, as instituições pagam uma contribuição financeira proporcional às suas possibilidades e em função daquilo que recebem, por forma a responsabilizá-las e a evitar que se instalem numa dependência de assistência sistemática.

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O BANCO ALIMENTAR DE ABRANTES ANGARIOU 32 TONELADAS DE PRODUTOS NA CAMPANHA DE RECOLHA DE 27 E 28 DE MAIO DE 2017.

Na zona de actuação do Banco Alimentar Contra a Fome de Abrantes foram angariadas 32 toneladas de produtos alimentares na última campanha de recolha.

Os bens alimentares serão distribuídos localmente, já a partir da próxima semana, a 9.050 pessoas com carências alimentares comprovadas, através de 60 Instituições de Solidariedade Social previamente seleccionadas para o efeito e supervisionadas pelo Banco.

A campanha mobilizou cerca de 1.100 voluntários, que recolheram as contribuições efectuadas nos 49 supermercados onde foi organizada a recolha.

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O Banco Alimentar de Abrantes angariou 35 toneladas de produtos na campanha de recolha de 3 e 4 de Dezembro de 2016.

Na zona de actuação do Banco Alimentar Contra a Fome de Abrantes foram angariadas 35 toneladas de produtos alimentares na última campanha de recolha.
 

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